A viagem de volta no demorara muito, Harry poderia jurar que fora segundos. At que enfim j estava chegando. Olhou a ampulheta, faltavam 10 minutos e eles j estavam bem prximos. A casinha de Cristiny ainda toda iluminada. - PODE DESCER. Teve que gritar ao pgaso. Ventava bastante. Dessa vez Faith fez uma aterrissagem macia. Desceu em um salto. Chegou prximo do animal. Fez um leve carinho nas suas costas e depois nas asas e disse baixinho, como se fosse para si mesmo. - Logo vocs duas vo estar juntas, voc vai ver. Faith balanou as asas e partiu em direo ao cu escuro, deixando um rastro de arco-ris no cu e uma melodia maravilhosa que demorou a sair da mente de Harry. Abriu o saquinho e pegou seus culos, vestiu, olhou para a flor que estava no vidro. Ainda brilhava, colocou dentro do recipiente. Pegou a espada e correu para a entrada e bateu com firmeza. - SOU EU HARRY CONSEGUI A FLOR. Gritou. Demorou alguns instantes... Ele deu um enorme sorriso, finalmente tinha conseguido. A porta abriu e no foi Sirius ou qualquer um dos seus amigos que viu. Uma enorme armadura negra saiu de dentro da casa. Olhando-o com ferocidade. A criatura agarrou o pescoo de Harry com uma das mos metlicas enormes e foi apertando com fora. Nem dera tempo dele sequer se mover, ouviu a espada tilintar no cho. Foi aos pouco erguendo do cho, ficando suspenso no ar. Ele no conseguia alcanar a espada, seus braos estavam distantes do seu agressor. Estava ficando sem flego. - Onde voc conseguiu essa espada de Minerva? Ouviu a pergunta de dentro da armadura oca. Fechou os olhos com fora, teria que fazer alguma coisa. Balanava os ps no ar, daria um jeito de acert-lo. E com sorte conseguiu desequilibra-lo depois de um chute em um dos joelhos, afrouxando a mo. Caiu pesado no cho ainda respirando com dificuldade. Mas a liberdade durou segundos, o seu agressor o abraou pelas costas e o levantou. Harry olhou para o cho e percebeu um brilho das jias no cabo da espada, teve uma idia, gritou. - ACCIO ESPADA. No mesmo instante ela voou para a sua mo. Que com um movimento circular e at digamos impreciso acabou o acertando. Uma luz branca partiu de dentro para fora da armadura, partindo-a em dois e fazendo-a desmanchar no cho, como um brinquedo de criana. Mas logo de dentro da casa surgiram mais trs iguais aquela... A melhor soluo seria sair de l o mais rpido possvel. "Onde ser que estariam os seus amigos?" - pensou. Era s o que faltava. A uma certa distncia, prximo da estrada, no meio de umas rvores ele percebeu uma luz vindo em sua direo, mais precisamente em direo a uma das esttuas, acertando-a em cheio. Partindo-a em vrios pedaos. Era seu padrinho, Sirius que veio em seu auxlio, correndo. - Vamos Harry, no temos muito tempo. Rony e Mione esto esperando por voc, no muito longe daqui. Harry se levantou e seguiu Sirius que corria em direo ao matagal, ousou olhar para trs, a esttua que acertara estava ainda destruda, mas as outras vinham em sua direo, andando rpido. - LUMUS. Sirius gritou erguendo sua varinha, j se embrenhando na floresta. A nica coisa que tinha em mente era que queria a todo custo chegar no local onde Alexia estava. Partiram em disparada para o meio da floresta. Harry sempre o acompanhando de perto. No poderia de deixar de perguntar a Sirius o que estava lhe incomodando. - Sirius,voc conhece a espada de Minerva? Sirius no entendeu o motivo de Harry fazer aquela pergunta naquele momento, mas mesmo andando entre o mato fechado respondeu. - Pelo que me lembro, Minerva deu a Perseu uma espada mgica, com poderes de justia, para que destrusse a Medusa. At hoje sabe-se que a espada desapareceu e alguns dizem que no passa de uma lenda... Harry ficou calado por instantes, agora tudo fazia sentido, a espada poderia ser conjurada por Alexia, pois afinal ela era um pgaso. Mas como Olivaras sabia disso era outro mistrio. A cada passo que dava o matagal se tornava cada vez mais fechado, mas isto no era problema para Sirius que abria caminho com a sua varinha. Mas o mais interessante de tudo que atrs de Harry o matagal se fechava, como se o estivesse protegendo, formando uma barreira. Ouviu finalmente Sirius dizer: - Desculpe Harry, tivemos que fugir para c neste instante, voltei logo em seguida, sabia que lhe encontraria l... - Como est Alexia? Harry perguntou ainda sem flego de tanto correr. - Ela est esperando por voc. Continuou Sirius. Finalmente, depois de tanto tempo correndo eles chegaram em um descampado. - Ns no temos muito tempo, Cristiny est com tudo preparado l dentro, daqui a pouco aquelas esttuas estaro aqui, ns daremos um jeito. Do outro lado do descampado, uma montanha, enorme de pedras brilhantes... Que at pareciam ser de cristal. Harry olhou para baixo, seus ps descalos estavam sentindo uma areia fininha, que ele pode perceber por instantes que lhe era familiar. Um lapso de lembrana, era o mesmo tipo de areia que ele vira prximo onde Alexia morava. Abaixou e percebeu de imediato o que nem naquele dia tinha percebido. No eram pequenos gros de areia, na realidade eram pequeninos cristais de tons claros, transparentes e beges, todo aquele local era feito de cristal e pedras, fantstico. Sentiu um n na garganta. Tinha at medo de perguntar. Sirius indicou Harry para que se adiantasse e disse em seguida. - Vamos entrando, Cristiny vir aqui fazer um feitio de proteo. Vai atras-los um pouco. melhor ficarmos l dentro. Ela saiu de dentro da caverna, erguendo a varinha, iria continuar o seu trabalho. Harry olhou para trs e percebeu a mgica sendo feita, da ponta da varinha de Cris saiu uma luz branca, que tomou todo o local, como um escudo, nem era preciso luz artificial, eles pareciam que estavam sob a luz do dia. Ela voltou em direo a eles. - Quanto tempo ns temos Harry? Ele olhou para a ampulheta! - Cinco minutos. - Acho que no o suficiente! Espero que seja. - Cris ficou espantada. Eles entraram correndo. Rony e Mione estavam l dentro. A parte interna precisava de algumas tochas. Mas mesmo assim todo o local estava iluminado. Harry deixou a espada prximo a entrada, pegaria depois. Alexia estava deitada em uma cama... Ainda adormecida. Havia uma outra cama ao lado dela. Olhou em toda a volta e em cima uma mesa havia um caldeiro burbulhante, ao lado vrios vidrinhos. Harry se aproximou dela e entregou o vidro com a flor mgica que agora no brilhava tanto quanto antes. - Harry, voc se deita l. Cris foi em direo a um local onde havia um ba. - Sirius a segurou com fora. - Voc no acha que Harry deva descansar um pouco? Pode ser perigoso. - No Sirius, no temos tempo. - Eu estou bem! Harry concluiu. - Agora Harry pode se deitar. Ela voltou para o local onde estavam os vidrinhos coloridos e comeou a mistur-los. Ele foi em direo a cama. E deitou-se ao lado de Alexia. A cama era macia e do local onde ele estava dava para sentir o perfume de rosas dela. Bom sinal. - Agora eu quero que todos saiam daqui, no quero influncia de outras pessoas, Sirius, voc sabe o que fazer. O padrinho de Harry deu um meio sorriso e saiu junto com os meninos, mas antes de chegassem a porta Mione e Rony voltaram correndo. Mione abraou Harry com fora, quase quebrando suas costelas. - Ns te amamos Harry, boa sorte. Os dois disseram em unicoro. - Vamos indo, o tempo curto. Sirius obrigou os dois a sarem. De repente o silncio. Harry acenou com a cabea, poderia comear. Cristny foi em direo ao ba e pegou dois pequenos cristais... Que refletiam todas as cores do arco-ris. Ela veio atrs da cama e com um toque mgico eles ficaram flutuando bem acima de suas cabeas, formando um tringulo entre eles e a flor que descansava sobre o prato. Voltou de novo ao ba e pegou um punhal e veio em direo a Harry que ficou por instantes olhando apreensivo para a sua mo ansioso. - No se preocupe Harry, no vou precisar nem um pouquinho de seu sangue, na realidade este um punhal mgico e preciso dele para retirar uma mecha do cabelo de vocs dois. Ela ajoelhou-se ao lado de Alexia e retirou uma mecha e depois de Harry. Pegou-os e colocou ao lado da flor, dentro do pratinho Um movimento de varinha e as mechas de cabelo foram se dissolvendo tornando-se lquidas e mudando de cor, ficando brancas e ao contrrio disso a flor que agora ficara lils foi escurecendo at ficar totalmente preta, e secando em seguida e virando fumaa, ela jogou a mistura liquida que foi preparada dentro de dois copos de cristal. Os cristais continuavam pairando sobre eles at o final do processo at que ela disse. - Harry, a flor trocou a essncia vital de vocs, com a ajuda dos cristais transformaram-se nesse elixir. Agora tome um pouco. Harry se sentou na cama. Apoiou-se em um dos braos e bebeu um gole do lquido, que tinha um gosto amargo, como remdio para o estmago. Cristiny foi em direo a Alexia e a fez beber tambm. Ela recolheu os cristais e deixou-os agora sob os ps da cama. Um de cada lado e disse. - Est feito. Agora s esperar. Desculpe Harry, mas esse processo o mais difcil. Cada elixir age de acordo com o veneno que o produziu... S resista muito e saiba que Alexia sofrer mais que voc para se libertar do veneno. Harry deitou-se de novo, estava sentindo agora o efeito do cansao, estava com o corpo todo dolorido. Neste instante ouviu-se um barulho do lado de fora, Cristiny se levanta, pega a sua varinha e diz a Harry. - Tenho que sair, volto em instantes... Acho que Sirius precisa de mim. Cris saiu do local deixando Harry sozinho deitado na cama e sem saber o que realmente iria acontecer. Olhou para os lados e ela ainda dormia, ser que tanto sacrifcio valera realmente a pena. Mas no demorou muito para ter uma resposta, seu estmago comeou a doer, muito. Olhou para o lado e ela finalmente comeava a se mover, bem devagarinho, mas j era um bom sinal. - Alexia, acorde! Ele se virou e percebeu que ela comeara a transpirar e muito. Ouviu! - Harry voc? Ela abriu os olhos devagar e uma alegria tomou conta dele. - Voc est bem? Harry s pode balbuciar isso, novamente uma forte dor de estmago. - O que est havendo? Ela se sentou, com a mo no estmago. - No estou me sentindo bem. Harry se aproximou, olhou com ateno. Agora finalmente o corte estava desaparecendo. - Voc foi envenenada! Lembra-se? - Harry, o meu estomago est doendo. Ela sentou rapidamente na cama. Uma gota de suor correu por seu rosto plido. Percebeu que ela estava bem pior que ele. - Aguente firme! Era difcil para ele suportar, mas era melhor confort-la. De repente Harry ouviu uma voz bem alta, como em um sonho, gritando dentro dele. - No meu filho no... (Era a voz de sua me). Viu a imagem de Voldemort bem a sua frente, mas de uma maneira estranha, como se Harry estivesse se vendo em um filme. Ele se via no colo de sua me e Voldemort bem a frente deles. - No faa isso, poupe pelo menos o meu filho. Harry viu precisamente quando Voldemort lanou o feitio enquanto a sua me tentava correr para salva-lo, morrendo em seguida. Voldemort se aproxima dele com a varinha. O Harry que estava observando tudo grita desesperado. - NO FAA ISSO. Mas fora em vo, a mgica acerta-o em cheio, mas retorna em direo a Voldemort e parte da casa onde o raio refletira comea a cair. Voldemort sa em fuga deixando o pequeno Harry em merc do destino. Neste instante uma imagem que Harry nunca poderia esperar aparece em cena. Um enorme pgaso cinza com manchas brancas, invade parte da sala semi-destruda e de volta transforma-se na madrinha de Alexia, mais jovem, que o resgata e desaparece em seguida, depois de fazer um movimento com a varinha de cristal... O resto da casa desaba e Harry acorda em um susto, como de um pesadelo. Harry se levantou e sente-se enjoado. S que desta vez no estava doendo tanto. Foi a sensao mais estranha que ele sentira na vida, percebeu como se tivesse tomado um banho de ducha bem quente, e depois voltasse ao normal. O corpo comeou a tremer sozinho, estava todo molhado de suor. A dor que ele sentia inicialmente passou de repente... O veneno tinha finalmente sido expelido. Olhou para os lados e Alexia ainda se agitava sonhando e falava palavras sem sentido. Continuava tremendo, como se estivesse muito frio. - Vamos acorde! Por favor. Ela abriu os olhos, assustada. - Onde estamos? Ela ainda tremia muito. - uma longa histria. Depois eu te conto. Vamos sair daqui. Ela se levantou apoiada por Harry, que agora no sentia tanto frio e estava muito melhor, ela parou de repente. - Eu no posso. No consigo andar. Ela se curvara e Harry a ajudou ficar em p. Alexia caiu sentada no prprio local onde eles estavam. Harry ficou plido, talvez o elixir no tivesse feito efeito. Ele a ajudou a sentar na cama. - Espere um minuto, vou cham-los. A sada no estava muito longe. Logo chegou do lado de fora. Um susto Havia dezenas de cavaleiros negros, em volta da fortaleza que Cristiny montara, ela e Sirius seguravam as varinhas, mantendo-os distante. Harry olhou em volta, espantado, no sabia exatamente o que fazer. Gritou. - ALEXIA, ELA ACORDOU. S QUE NO EST BEM. Fiquem aqui. Eu j volto. Cristiny entregou a varinha a Mione, disse algumas palavras e voltou correndo com Harry para dentro da caverna. Em segundos eles estavam de volta. Alexia estava deitada de lado na cama. Encolhida. - Fique onde est Harry,deixe eu ver o que houve. Ela se aproximou de Alexia que estava com uma aparncia estranha. Cris gritou para Harry. - ELE ALTEROU O VENENO. - O que houve? - Ela no consegue respirar. Harry pegue aquele vidro azul que est ao lado da minha varinha, em cima da mesa. Eu j estava prevendo isso... Maldito Voldemort. Ele sabia que eu faria isso. Com o corao descompassado Harry correu para o lugar indicado e pegou o frasquinho. - Vamos querida, beba isso, vai se sentir melhor. Alexia com muito esforo conseguiu ficar sentada e bebeu devagar. Harry se aproximou da cama, branco como fantasma depois do susto. - Ela vai melhorar? - Daqui a alguns minutos, sim, com certeza. Neste instante Mione entra dentro da caverna, nervosa. - Um deles conseguiu abrir uma barreira. Temos que sair daqui... Alexia est melhor? - Daqui uns minutos. Cristiny olhou meio assustada para Mione. - No temos uns minutos... Sirius e Rony esto fazendo o que podem l fora. - Eu posso me levantar! Alexia ainda tremia ficou em p. - Eu vou com vocs. - Harry, ajude-a sair daqui. Mione venha comigo. - Harry voc e seus amigos tentem sair o mais rpido daqui, ns cuidaremos deles. Eles estavam bem prximos a sada quando Mione reparou na espada, encostada. - Onde conseguiu esta espada? Ela tentou, em vo tir-la do lugar, parecia que o objeto estava grudado na parede da montanha. Fez muita fora, em vo. Harry no entedia muito bem, se aproximou da espada e a pegou com facilidade, como se no fosse de metal e sim a leve varinha. Mione ia questionar o acontecido, mas resolvera se calar... Tinha coisas mais srias a fazer. A cada passo que davam para fora, ele percebia que Alexia ficava cada vez com mais foras. - Est se sentindo melhor? Harry estava preocupado. - Estou, vamos em frente. J do lado de fora eles estavam cada vez mais encurralados. O escudo que antes mantinha os inimigos mais distante agora estava a menos de 10 metros deles. - NS VAMOS TER QUE DAR UM JEITO DE SAIR DAQUI RPIDO. Gritou Rony ainda mantendo a varinha de Cristiny erguida. Mas o mais incrvel acontecera assim que Alexia colocou os ps para fora da montanha. A lua que antes estivera escondendo o sol, aos poucos comeara a se mover, o sol, comeara a dar os seus primeiros sinais. Os cavaleiros que estavam firmes, invadindo o lugar. Pararam de se mover. O sol invadindo cada vez mais rpido de repente a msica. Harry olhou para cima e os dois pgasos vinham na direo deles, a barreira que Cristiny criara se rompeu. Junto com a msica Harry ouviu um barulho forte e as esttuas comearam a estourar, como se tivessem bombinhas dentro delas... Em minutos todas elas estavam cadas no cho, destrudas. Os dois pgasos pousaram no meio do descampado, cercados agora de esttuas negras vazias. Harry olhou maravilhado o que acontecera em seguida. Os dois cavalos alados se transformaram cada um deles em duas meninas, mais velhas que Alexia, mas incrivelmente semelhantes. Alexia correu para encontrar as duas e se abraaram. Finalmente o sol voltara a brilhar. Depois de uma conversa breve, Alexia veio em direo a Harry preocupada, sob os olhares espantados e orgulhosos de Sirius e Cristiny. - Preciso ir para Hogwarts, esto precisando de ns por l, desculpe Harry, mas importante, muitas vidas esto em perigo. EIM JPEG QualityAdobed         ""   6  s!1AQa"q2B#R3b$r%C4Scs5D'6Tdt& EFVU(eufv7GWgw8HXhx)9IYiy*:JZjzm!1AQa"q2#BRbr3$4CS%cs5DT &6E'dtU7()󄔤euFVfvGWgw8HXhx9IYiy*:JZjz ?>'SrIFR؇TZcO:p_SԪ aUU+Jjԩ! 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Harry e Rony se cobriram e pelas laterais foram seguindo em direo a jaula onde se encontravam os professores. Andavam devagar pois no queriam chamar muito ateno. A todo instante Rony olhava para trs, no local onde se encontrava Mione para ver se estava tudo bem... Ela estava escondidinha atrs de uma das bancadas. Mas em uma dessas olhadas, sem querer ele pisou na barra da capa e ela escorregou denunciando-os. Vrios dos cavaleiros j os tinham avistado, mas eles no tinham percebido. Imediatamente Mione percebera que algo sara errado e gritou bem l de longe. - HARRY, RON A CAPA CAIU. - RONNIE, CORRE. Harry apontou o vaso e correu para a outra direo. Ronnie era um menino ligeiro e foi rapidamente em direo ao vaso que estava no centro do salo... Mas para Harry a situao era mais complicada, ele estava mais distante, e a confuso j estava armada. Os cavaleiros partiram em vrias direes, cada um seguindo a sua vtima. Como planejado Mione correu para um dos corredores subterrneos, e mesmo sendo seguida por vrios cavaleiros no conseguiu mais ser descoberta, ficando quietinha em seu lugar, rezando para que tudo desse certo. Harry, percebeu que faltava poucos metros para chegar ao seu destino e pode ouvir a distncia enquanto corria a exausto Dumbledore gritar. - O QUE EST ACONTECENDO. - Eu vou tirar vocs da. Harry chegou prximo a gaiola e tentou encontrar a fechadura... Mas no havia nenhuma. - NO TEM FECHADURA. GRITOU A PROFESSORA MINERVA. Harry olhou para o centro do salo, faltava muito pouco para Rony alcanar o vaso, mas de repente um cavaleiro negro ficou bem a sua frente. - CUIDADO RONY. No dera tempo, Rony levou um tapa to grande, voou longe, antes mesmo de alcanar o vaso. - ABRA. Gritava a professora Minerva. - No podemos pegar nossas varinhas, essa jaula est encantada. Foi a que algum l dentro gritou. - POR MERLIN. Harry no sabia o que fazer e olhou de novo para a direo de Rony, no sabia se tentava quebrar o vaso ou resgatar os professores... Mas tambm no estava em situao muito diferente. Trs dos cavaleiros j estavam bem prximos. Uma luz invadiu todo os salo e o pgaso branco pousou bem no meio e Alexia voltou a se transformar de novo em menina e arrebentando o vaso. Dos cacos que estavam no cho, saiu uma luz branca, direcionada diretamente para cima, e do local onde encontrara o teto uma pequena claridade se formou. O sol comeara a entrar, iluminando o salo devagar. Alexia correu em direo a Harry que estava de costas para eles, ocupado, Ela corria bem rpido, driblando os cavaleiros com uma habilidade incrvel. Mas os trs j estavam bem prximos. Harry ergueu a espada e com um golpe s rompeu a grade. Mas o que acontecera em seguida deixara todos perplexos. Ele estava to concentrado em abrir a jaula que no percebera que bem atrs de si havia um cavaleiro armado a atac-lo. S pode ouvir o grito de Alexia. - CUIDADO HARRY. Ele se virou e conseguiu ver a lmina vindo em sua direo. Um barulho de tilintar e sininhos batendo e algo quebrando. Alexia caiu bem na sua frente, golpeada em cheio pelo cavaleiro encantado. Harry ficou esttico, imvel tremendo da cabea aos ps. - NO. Gritou com todas as foras que pode. Dumbledore saiu de dentro da jaula e com um movimento gritou. - Accio Varinha. A varinha que estava no banquinho veio em sua direo e ele conseguira destruir em pedacinhos o cavaleiro que estava a sua frente, antes que ele desse o golpe fatal em Harry que naquele momento estava esttico. Ele se abaixou, pegou Alexia nos braos, cada imvel. Sentiu o lquido quente de sangue em suas mos, ela estava gravemente ferida. Olhou para cima, os dois pgasos entraram pelo salo, destruindo todos os cavaleiros, com a luz do sol. Harry tremia abaixado, chorando inconformado, abraado a Alexia. - Alexia acorde, por favor. No morra por favor. Ela estava gelada... Sangrando. - FAAM ALGUMA COISA. - Harry olhava para todos os lados, desesperado. Mione entrou correndo pelo salo. Ficou esttica. Sem flego. - Ajude o senhor Weasley Minerva. - Dumbledore ordenou. Snape veio na direo de um inconformado Harry... Que com muita dificuldade conseguiu ser separado de Alexia. - O que vocs vo fazer? Ela tem que acordar. Ela no pode estar morta, no pode. Ele ainda tremia muito e Snape foi firme nas atitudes, no usou palavras. Tocou de leve o seu pulso. Olhou para Dumbledore e fez um movimento negativo com a cabea. Ela estava morta. Os dois pgasos pousaram ao lado de Snape e do vaso quebrado uma luz tomou todo o ambiente. Quando finalmente Harry recuperou a viso, os quatro haviam desaparecido, deixando para trs um Harry desesperado. continua