Este é um pedaço do início da fic
Este é um pedaço do início da fic, sinceramente espero ter escolhido algo interessante para vocês terem uma prévia.
A fic é a seqüência do livro IV, e algumas coisinhas são lembradas do livro anterior, mas nada que comprometa o entendimento da fic...
Não liguem para os erros de ortografia e gramática que como eu disse antes a fic está passando por uma "análise". Mas o texto original vai ser mantido, e espero que gostem.
Beijus
Soleil

Ps. Se vc ler e gostar desse pedaço da fic me mande um email pelo menos para eu saber que alguém leu :))) Beijus.


Todos estavam reunidos no andar de baixo, o jantar pronto e tia Petúnia batia os pés ansiosa sentada no sofá da sala.
Vez ou outra se ouvia ela dizer.
- Oh Valter, será que escolhi o vestido correto.
O telefone tocou e Duda levanta-se para atender.
O coração de Harry dispara ao imaginar o que Mione iria inventar para que ele atendesse ao telefone.
Mas neste momento a campainha toca e tio Valter gentilmente diz.
- Venha atender ao telefone Harry, temos que visitas e não podemos perder tempo.
Harry desceu correndo as escadas segurando as emoções esperando que fosse Mione, e era.
Por sorte o local onde ficava o telefone era bem abaixo da escada, e somente Harry tinha a visão da entrada principal.
-Alô, disse com a voz abafada.
- Harry, é Hermione.
- Que bom que ligou, vou para casa de Rony amanhã, ele disse que você vem.
- Vou sim, e com a maior urgência, já mandei uma coruja a Rony... Você-sabe-quem e seu bando andaram atacando o povo de Longsbons, uma vila de bruxos não muito longe de Londres... Eles estão em busca de algo e todos os bruxos estão preocupados, e nós estamos preocupados com você, você não está seguro aí, amanhã vamos atrás de você.
- Tudo bem, disse ele... Voldemort nunca me achará aqui...
- Até amanhã Harry.
- Até Mione.
Desligou.
Ouviu quando o vizinho perguntou.
- É uma tradição da nossa família pedir ao dono da casa permissão para poder entrar.
- Permissão concedida, disse o tio Valter.
O resto da conversa Harry não pode ouvir pois subia vagarosamente as escadas, para que ninguém ouvisse.
Estava pensando sobre o que Mione dissera. Sorte que já deixara seu malão arrumado. Agora era só pegar as suas coisas e partir, talvez seja por isso que ele não recebera as corujas de Hagrid e Mione com presentes, este ataque de Voldemort deve ter arrasado com todos, principalmente Dumbledore.
Abriu a porta do quarto e entrou fechando a porta atrás de si.
Deitou na cama e ficou contemplando o teto.
Sentiu um frio como se algo estivesse lhe olhando, levantou rapidamente e Dobby o estava observando.
- Olá amigo. Harry foi em direção a Dobby, que continuava o mesmo elfo atrapalhado de sempre e o abraçou. - O que o traz aqui?
Dobby parecia muito nervoso e falou em meio gago.
- Preciso levar o senhor Potter a casa de uma amiga de Dobby, ela disse que era urgente... Disse que é para eu levar tudo de Harry.
- Como assim Dobby, eu vou para casa de Rony amanhã, tudo bem.
- Não, não. Dobby balançava a cabeça negativamente as orelhas batendo em abano. - O bondoso Potter deve partir agora, grande perigo hoje o aguarda, você-sabe-quem montou uma armadilha.
Os olhos de Harry se arregalaram, brilhavam como duas esmeraldas.
Mais ainda quando com um movimento em estalinho com os dedos Dobby fez desaparecer as roupas de Harry juntamente com seu malão.
- Traga as minhas coisas de volta... Falou Harry seriamente a Dobby.
Neste instante ouve-se um grito no andar de baixo e Harry corre em direção ao início da escadaria.
- Não vá bom mago Potter, não vá...
Harry não dá ouvidos a seu amigo e corre para ver o que houve.
Dá tempo dele ouvir o novo "vizinho" dizer.
- Dumbledore falhou...